by Mario Bauer

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Domingo,

Feliz aniversário, Max !

Ou nas palavras do grupo Virguloides: “Tá todo mundo aqui só pensando naquilooo…”
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Há 10 anos: Schumacher domina as McLaren

Depois de duas performances dominadoras da equipe Mclaren-Mercedes havia pouca esperança de um resultado diferente quando o circo da Fórmula 1 reuniu-se em Buenos Aires para a terceira etapa do Campeonato Mundial. Mika Hakkinen e David Coulthard tiveram ambos 10 dias de descanso entre as corridas enquanto seus rivais desesperados, Ferrari, Williams e Jordan voaram para Barcelona para uns dias de testes de pneus. Os Goodyear agora mostravam avanço mas Coulthard conseguira a pole com os Bridgestone. Michael Schumacher estava 4 décimos atrás em sua Ferrari, enquanto Hakkinen se atrapalhou em suas voltas velozes e ficou em terceiro. Eddie Irvine na segunda Ferrari era quarto, à frente da Jordan de Ralf Schumacher e da Williams de Heinz-Harald Frentzen.

Coulthard largou à frente, com Hakkinen superando Schumacher na primeira curva, mas o alemão tinha escolhido uma estratégia de duas paradas e seu pouco peso de combustível o permitiu colar no finlandês e forçar uma ultrapassagem. Foi então atrás de Coulthard. O escocês tinha um pequeno problema com a redução de marchas e isso causava uma pequena derrapagem numa curva; Schumacher notou isso e na quinta volta avançou no pequeno espaço deixado livre, jogando Coulthard fora do caminho, que rodou e retornou em sexto lugar.

Uma vez na liderança Schumacher pode colocar distância graças a sua pouca carga de combustível enquanto Hakkinen tinha que lidar com um tanque pesado. Quando Schumacher fez seu pit-stop Hakkinen tomou a ponta mas quando este fez sua parada na metade da prova, Michael retornou à liderança. As voltas seguintes foram vitais pois a Ferrari, ainda leve, tinha de montar uma distância suficiente para fazer sua segunda parada e manter-se na ponta: Schumacher assim o fez e Hakkinen acabou se conformando com o segundo lugar. A retomada de Coulthard foi interrompida quando ele colidiu com a Williams de Jacques Villeneuve, deixando que Irvine ficasse com o terceiro lugar, apesar de um toque com a Benetton de Alexander Wurz.

Começou a chover nas voltas finais e muita gente se atrapalhou, tanto à frente quanto mais atràs nas colocações. Até Schumacher deu uma escapada, pipocando por sobre uma extensão de areia, mas como Hakkinen não se preocupou em persegui-lo não pode tirar proveito disso e a Ferrari continuou em primeiro até a bandeirada.

Wurz ficou com o quarto posto enquanto Jean Alesi foi um maravilhado quinto colocado, tendo largado em décimo-primeiro em sua Sauber. Coulthard completou a prova em sexto, tendo ainda retornado de outra rodada à pista.

Há 15 anos: Senna e o show de Donington

Apesar da supremacia das Williams-Renault com a sua tecnologia superior, Ayrton Senna chegou ao Reino Unido como líder do Campeonato Mundial. Com o tempo em Donington esteve miserável na maior parte do fim-de-semana, o Brasileiro tinha cada motivo para acreditar que poderia enfrentar o poderoso conjunto Franco-Britânico.

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quinta-feira

E aí? Achou que o Spyker foi o primeiro Formula 1 de cor laranja? Que nada. O conde holandês Carel Godin de Beaufort, que faria 74 anos hoje, mandava pintar todos os carros da Ecurie Maarsbergen, a equipe que formou com a irmã Cornelie, nas cores nacionais da Holanda. Inclusive este Porsche 718/2 com o chassi numero 201, o carro que comprou de Rob Walker, no qual participou em 57 Grandes Prêmios e acabou sofrendo um grave acidente na véspera do GP da Alemanha de 1964 no Nürburgring. Os destroços retornaram para Maarsbergen e o carro, completamente restaurado, acabou sendo emprestado primeiro ao museu de Driebergen na Holanda. Mais tarde a família de Beaufort resolveu expor o 718 no Nationaal Automobiel Museum – o museu nacional também conhecido como Louwman Collection.

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quarta-feira,

Conhece a marca Watson, vencedora de Grandes Prêmios? Determinado a defender a vitória nas 500 Milhas de Indianápolis conquistada por Bob Sweikert, que deixou a equipe depois de um desacordo contratual durante o inverno, A.J. Watson colocou no seu Roadster, carro que inclusive usava partes de magnésio para diminuir o peso, o seu amigo Pat Flaherty para a edição de 1956. Hoje é o 6º aniversário da morte de Flaherty, piloto que levava os espectadores à loucura, pois toda vez que passava por uma das curvas, levantava a roda dianteira esquerda alguns centímetros do chão, já que o chassi era flexível o suficiente para fazer sucesso em ovais de terra. Venceu as Indy 500 e assim entrou para as estatísticas da Formula 1.

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Há 40 anos perdemos Jim Clark

Jim Clark

Hoje há 40 anos atrás o mundo soube em choque do acidente fatal de Jim Clark durante uma corrida de Formula 2 no Hockenheimring na Alemanha. Muito tem sido escrito e dito sobre o Escocês, a maioria concorda que ele foi um dos melhores pilotos de competição de todos os tempos, se não o melhor. Colin Chapman, um gênio na construção de carros de corrida e o homem que descobriu e norteou o talento de Jimmy, escreveu as seguintes linhas para o livro de Graham Gauld “Jim Clark: tributo a um grande piloto”

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Feito Jacky Ickx e Gilles Villeneuve

Felipe Massa conquista a sua sexta vitória na Formula 1 com uma prova sólida e sem erros. Mas alguém refletiu o porquê nem o Räikkönen, nem o Heidfeld, nem as McLaren se deram bem? Segue um pouco de leitura para os ligeirinhos

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